sábado, 7 de abril de 2012 0 comentários

Digitando sem Teclado: possibilidades do Teclado Virtual Livre.


Para quem tem condições de realizar o uso do teclado manual no computador, a experiência com o teclado virtual é sinônimo de lentidão, porque já está mecanizado o movimento necessário para o uso do mesmo.
Mas se nos colocarmos no lugar de uma pessoa que não tem essa possibilidade mecânica, podemos perceber o quanto o teclado virtual vem melhorar a qualidade no uso do computador para os deficientes físicos.
Durante a experiência de uso do teclado virtual, chamou atenção a perspectiva de o teclado melhorar o acesso de uma pessoa com restrição motora ao computador, visto que o aplicativo reduz a necessidade de movimento que é preciso no teclado manual. Enriquecendo a experiência com o vídeo Simulador de teclado onde podemos visualizar a qualidade no uso do computador das pessoas entrevistadas, pois o mecanismo é adaptado para as partes do corpo que o deficiente físico tem certa mecânica de movimento ativa, acoplando acionadores, apontadores, etc, sem exageros de movimento que poderiam provocar um desgaste energético desnecessário, permitindo assim que o usuário se dedique a atividade desenvolvida na máquina e não a mecânica de uso da mesma.
A necessidade deve ser a de automatizar o uso do equipamento, com exercícios para desenvolver a mesma, o que é uma questão de aprendizagem e tempo.
terça-feira, 3 de abril de 2012 0 comentários

Minha história com a máquina chamada...computador!



Falar de projeto pessoal e profissional é muito especial para mim, enquanto realização contínua de um desejo que foi plantado a aproximadamente treze anos atras quando me interessei a primeira vez por computadores.
Ainda era uma adolescente aluna do segundo grau e já ouvia falar de computadores e de longe crescia a curiosidade pela utilização dos mesmos. Então meu pai me matriculou num curso de informática, que para minha infelicidade era na linguagem DOS, o que me desmotivou completamente para o curso, pois imaginava que iria chegar aprendendo a manusear a maquina, o que não aconteceu, pois tivemos quase 10 aulas sem se quer chegar perto do computador.
Uns dois anos se passaram e um amigo da mesma idade que fazia o curso técnico em informática, me apresentou o sistema operacional da Microsoft, cheio de ícones e cores que me fizeram voltar ao desejo de conhecer a maquina computador.
Em 2001, já pelo NTE Marco Zero – AP, iniciei meu primeiro curso de tecnologias, já como professora da rede estadual de educação do estado do Amapá. Muito esforçada e dedicada participava do curso, que ainda era realizado no Windows.
O curso tinha sua base na elaboração de projetos, sendo que no decorrer do mesmo tínhamos as oficinas de editor de texto, de planilhas, slides, site entre outras.
E a ideia de pensar no coletivo sobre um determinado tema, pesquisá-lo, estudá-lo para refletir e propor ações sobre ele na escola, sequencia da ideia de elaborar projetos nessa formação, me acompanham até hoje.
Na época o curso não foi concluído devido a uma gravidez de risco, lembrando que na época, o curso era todo presencial, o que impossibilitava minha estada nas aulas no NTE.
Mas o aprendizado do curso, a proposta do trabalho por projetos me acompanha. A organização para a realização de um plano, projetá-lo é uma estratégia de ação que pode trazer praticidade na vida de um modo geral, principalmente quando nos deparamos com a necessidade de planejar o uso do tempo.
A nível de educação, trabalhar com elaboração de projetos é trazer o aluno para dentro do mundo do planejamento das ações a serem desenvolvidas, seja a nível de sala de aula ou da escola como um todo, pois ele é direcionado ao exercício do aprender a aprender, tornando-se autor do seu estar na escola, na sociedade, a partir do momento em que se percebe como parte atuante no processo de construção de sua própria aprendizagem.
Retornando a minha história, posso dizer que ficou uma lacuna em minha vida, por não ter concluído o curso em 2001, mas meu outro projeto lindo nasceu, meu filho primogênito, que foi muito bem planejado e esperado.
E ano passado, dez anos depois, consegui vedar a lacuna. Retornei aos cursos do NTE e já fui participando simultaneamente do curso “Introdução a educação digital” 40 horas e “TICs na educação: ensinando e aprendendo com as TICs” 100 horas. E os estudos em EAD são alguns dos momentos mais gratificantes para mim. Já estou no terceiro curso da plataforma eproinfo, também estou participando do curso pela plataforma teleduc de Tecnologias acessíveis e outro na modlle de segurança no uso da internet. E os maiores e melhores ensinamentos que venho aprimorando com a educação a distancia são: organização, disciplina, exercício da leitura crítica, escrita mais elaborada e a socialização de meus projetos de ação.
É o aprender a aprender, junto com o aprender a ensinar na era das tecnologias, que nos leva a nunca saciar a sede do saber, e que nos faz multiplicadores desse modo de aprender.

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Curso Elaboração de projetos- NTE Marco Zero - AP

Mais uma vez, jornada dupla em EAD,
iniciando hoje o curso de Elaboração de Projetos, pelo NTE Marco Zero do Amapá com a formadora Aline Cerqueira.
Já dei uma olhada no material, e já gostei das leituras que precisaremos fazer no primeiro eixo: Projetos.
Que venha o conhecimento!!
quinta-feira, 15 de março de 2012 0 comentários

Na ativa

Olá amigos blogueiros,
de volta a ativa, eita descanço longoooooo!!1
Mas vamos nessa. Agora estou realizando o curso de TICs acessíveis e já postei aqui uma produção com o tema O papel do aluno virtual.
Um abraço fraterno a todos.
e de visual novo...rssssss
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O PAPEL DO ALUNO VIRTUAL


Ter um espaço físico para freqüentar, pessoas para encontrar com horários determinados para todos parece ser estimulante para quem está com sede de saber, de melhorar enquanto profissional e pessoa. Mas muitos não conseguem realizar esses momentos com horários estipulados para um grupo, por terem outras ocupações que lhe são também preciosas.
Planejamento de sala de aula, a administração do tempo com os filhos, com a família, administração do lar, atividade física, etc. tudo requer tempo. E se incluirmos nesse tempo o que precisamos dele para nos deslocar de um ambiente para outro, parece que um dia não é o bastante.
Com a possibilidade de realizar cursos à distância, a disponibilidade de realizá-los pela internet, em casa, em horários que se encaixem em nossa agenda vem para enriquecer e diversificar a aprendizagem de quem busca o saber, utilizando o aparato tecnológico moderno.
Então nos tornamos alunos virtuais. Mas precisamos ter muito cuidado com as facilidades. Pois com elas podemos descobrir que não somos muito organizados. Ser um aluno virtual exige acima de tudo um exercício de disciplina.
Mas tudo vem com a experiência. Primeiro não deixar nada pela metade, não desistir é o primeiro passo. Começou? Termine! Se não saiu como você desejava, avalie as falhas, e melhore nos próximos cursos que surgirem.
As estratégias apresentadas pelo texto “Dicas para um aluno virtual” são todas pertinentes e que se somam as já apreendidas.
A experiência de dois cursos realizados na plataforma eproinfo, com alguns encontros presenciais no NTE- Marco Zero em Macapá fez com que aprendesse e aplicasse algumas metodologias de organização e estudo que carregarei para toda a vida, e que acredito irei reforçá-las e melhorá-las com este novo curso.
Uma das estratégias utilizadas é um calendário na mesa de estudo. Lá agendo “todos” meus compromissos. Agora com a realização do curso de TICs acessíveis já programei os horários de terça, quarta e quinta (14h30min ás 16h30min) para meus estudos e realização de atividades do curso. A flexibilidade está na disciplina. Se houver necessidade de ocupar algum dia esse horário com alguma outra atividade que não do curso, imediatamente disponibilizo outro horário na mesma semana para suprir aquele momento.
Outro aspecto de extrema importância é organizar o tempo de estudo para que seja o mais bem aproveitado possível, sendo que é muito proveitoso disponibilizar momentos de navegação mais livres na internet. Já encontrei material de estrema riqueza assim, como o link para este curso que estamos realizando, por exemplo, e que me foi enviado pelo Facebook, pela professora Rosilma Pinheiro Lobato, minha tutora do curso de Tecnologias na Educação no NTE – Marco Zero Macapá - AP. Mas é importante ressaltar a importância da disciplina e organização do tempo.
Para concluir, gostaria de citar o que tenho como um dos maiores e melhores aprendizados que venho desenvolvendo ao longo dos cursos que venho realizando a distância: a busca por respostas. Quanto mais conhecemos, mais conhecimento nos surge a descobrir, mas curiosidade é aguçada, e esse exercício é o que tenho levado para minhas aulas, o exercício do querer saber.
 
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